Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia
Início do conteúdo

Região

Sul

Visão de Futuro

Em 2030, a Região Sul será referência brasileira de inovação por meio de uma estratégia de especialização inteligente em biotecnologia, automação e inteligência artificial nos setores do agronegócio, economia do mar e saúde.

Cenário e tendências

A biotecnologia no Rio Grande do Sul vem se consolidando como um vetor estratégico de desenvolvimento regional, com aplicações significativas nas áreas agroindustrial, ambiental, de saúde, bioenergia e alimentos funcionais. O Estado possui uma rede institucional robusta, composta por universidades públicas e comunitárias, centros de pesquisa, incubadoras e parques tecnológicos, que atuam de forma articulada com o setor produtivo.
A região Sul do RS é apontada como um dos principais polos emergentes em biotecnologia no Estado, apoiada por instituições como: UFPel, com tradição em pesquisas em biotecnologia agrícola, microbiologia, biologia molecular e saúde pública; FURG, com foco em biotecnologia marinha, aquicultura, biocombustíveis e biossensores e IFSul, com ações voltadas à formação técnica e tecnológica aplicada à indústria local.
Tal tecnologia encontra-se integrada a cadeias estratégicas como:

• produção de insumos biológicos para agricultura (biofertilizantes, biodefensivos);
• pesquisa em bioprocessos voltados à indústria alimentar, especialmente láctea e frutícola;
• inovação em medicamentos e diagnósticos, principalmente em conexão com a área da saúde e vigilância epidemiológica;
• biotecnologia marinha, com desenvolvimento de produtos a partir de algas e organismos marinhos da Lagoa dos Patos e do litoral sul.

O Polo Biotecnológico Sul, centrado no Pelotas Parque Tecnológico, conta com ações integradas ao programa INOVA RS. Esse polo busca consolidar um ecossistema de biotecnologia voltado à inovação, promoção da bioeconomia regional e incubação de startups, as quais têm avançado no desenvolvimento de produtos registrados no MAPA e na ANVISA, com potencial de exportação.

GUSMÃO, Adriano. Biotecnologia e desenvolvimento regional no Rio Grande do Sul: um estudo sobre sua articulação com os sistemas regionais de inovação. 2023. 162 f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Regional) – Universidade de Santa Cruz do Sul, Santa Cruz do Sul, 2023.

Em 2024, a automação industrial no Brasil apresentou crescimento real estimado de 3%, impulsionada pela necessidade de digitalização acelerada da manufatura, especialmente após a pandemia, e pela busca de eficiência operacional e redução de custos. Este segmento foi um dos poucos que saiu da estabilidade, destacando-se dentro do setor eletroeletrônico nacional, cujas áreas fabricantes de bens de capital registraram incremento modesto. O crescimento do setor está associado à transição para a Indústria 4.0, com adoção de tecnologias como CLPs (Controladores Lógicos Programáveis), SCADA (Supervisory Control And Data Acquisition), robótica colaborativa e IoT industrial – embora ainda persistam barreiras estruturais, como investimentos elevados, integração de sistemas legados e déficit de profissionais especializados. Ainda assim, o aumento na demanda por digitalização tem sustentado expectativas positivas para 2025, com continuação do ritmo de expansão e melhora na competitividade das empresas brasileiras (1).

Em 2025, a automação industrial teve papel decisivo no desempenho do setor eletroeletrônico do Rio Grande do Sul: em maio, 57% das empresas do ramo registraram aumento nas vendas e encomendas, enquanto o contingente de empresas exportadoras passou de 17% em março para 54% em maio, com muitas atuando em mais de 40 países. O segmento de automação foi o que mais empregou, com 5.919 trabalhadores, superando o setor de utilidades domésticas. A expectativa é de crescimento de cerca de 12% no faturamento para 2025, acima da média nacional. Nesse contexto, o programa Semicondutores RS (SICT/RS) emerge como eixo estratégico para qualificação e inovação no setor (2).

Segundo a Pesquisa de Investimento 2024‑2025 da FIERGS, 75% das indústrias gaúchas (nos setores extrativo, transformação e construção) planejam investir ao longo do ano (o maior percentual dos últimos cinco anos). Entre os objetivos estratégicos, melhorias nos processos produtivos, com ênfase na mecanização e automação, foram destacados como prioritários para superar desafios como escassez de mão de obra e recuperação após as enchentes que atingiram o Estado em 2024 (3).

1. ABINEE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E ELETRÔNICA. Comportamento da indústria elétrica e eletrônica 2024 – Parte B. São Paulo: Abinee, 2025. Disponível em: https://www.abinee.org.br/wp-content/uploads/2025/06/aval2024b.pdf. Acesso em: 25 jul. 2025.

2. JORNAL DO COMÉRCIO. Automação impulsiona setor eletroeletrônico no RS. Porto Alegre, 30 jun. 2025. Disponível em: https://www.jornaldocomercio.com/economia/2025/06/1208622-automacao-impulsiona-setor-eletroeletronico-no-rs.html. Acesso em: 25 jul. 2025.

3. MEINERZ, Tânia. Pesquisa da Fiergs mostra que 75% das indústrias do RS querem investir em 2025; entenda por quê. GaúchaZH (Zero Hora), 23 abr. 2025. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2025/04/pesquisa-mostra-que-75-das-industrias-do-rs-querem-investir-em-2025-entenda-por-que-cm9ubu1n800mn013kwrthf0sn.html#:~:text=ga%C3%BAcha%20virou%20filme-,Objetivos,objetivos%20(veja%20no%20gr%C3%A1fico). Acesso em: 25 jul. 2025.

Levantamento realizado em 2017 sobre a indústria gaúcha indicava que o uso de inteligência artificial (IA) já estava presente em diversos setores, embora com graus variados de maturidade. As aplicações mais recorrentes envolviam automação de processos e análise de dados para ganho de eficiência operacional; visão computacional aplicada à inspeção de qualidade, monitoramento e segurança; e modelos preditivos para manutenção, previsão de demanda e gestão de estoques (1).

Até recentemente, a adoção de IA no Rio Grande do Sul concentrava-se em nichos acadêmicos e em algumas empresas de tecnologia. Na última década, porém, a tecnologia passou a ser incorporada gradualmente às indústrias tradicionais, impulsionada por avanços em aprendizado de máquina e pela popularização da computação em nuvem; por iniciativas de pesquisa e inovação lideradas por universidades e parques tecnológicos; e pela participação crescente em programas nacionais e internacionais de fomento. Mais recentemente, a IA generativa (especialmente por meio de modelos de difusão) despontou como campo experimental, com aplicações no setor criativo e na preservação de identidades culturais. Estudos recentes evidenciam projetos de ponta no Estado, empregando modelos como os Latent Diffusion Models (LDMs) para representar e conservar o patrimônio cultural e natural gaúcho (2).

Na região Sul do Estado, a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) consolida-se como um polo relevante de IA, atuando desde a saúde digital até a pesquisa cultural e antropológica, de forma multidisciplinar. Entre suas principais estruturas estão o Grupo de Aplicações em Inteligência Artificial (GAIA), o Datalab/ML (Machine Learning, IA e Ciência de Dados), o Grupo de Pesquisa em Inteligência Artificial e Análise Preditiva em Saúde (GIAAPS) e o Hub de Inovação em Inteligência Artificial (H2IA). Ao longo da última década, a UFPel evoluiu de ações isoladas para uma infraestrutura robusta, fomentando continuamente a inovação por meio de eventos e parcerias estratégicas, e consolidando-se como referência em pesquisa e formação na área.
A Universidade Federal do Rio Grande (FURG), outro polo de destaque no Sul do Estado, tem como um de seus principais focos a aplicação prática da IA para desafios hospitalares. Está na vanguarda nacional do desenvolvimento de Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs), adaptados ao contexto brasileiro, e recentemente adquiriu um cluster de processamento de alta performance (projetado para ser o mais potente do país) para treinar LLMs. O Centro de Ciências Computacionais (C3) e o Centro de Robótica, Automação e Ciência de Dados (Itec/FURG) lideram pesquisas e programas de formação na graduação e pós-graduação, conectando o desenvolvimento de LLMs a demandas industriais e médicas. Com investimentos consistentes em infraestrutura e parcerias estratégicas, a FURG aplica IA de ponta ao mesmo tempo que fortalece sua base acadêmica e tecnológica.

UFPel e FURG integram a Rede CIARS, criada no âmbito do programa RITEs da FAPERGS, que conta com investimento aproximado de R$ 2,25 milhões. A rede reúne pesquisadores de Computação e Saúde, além de empresas, hospitais e instituições de ensino, com o objetivo de aplicar IA e ciência de dados para monitorar informações de saúde, apoiar diagnósticos, classificar níveis de urgência, otimizar a gestão hospitalar e formar profissionais para a saúde digital. Participam ainda UFRGS, PUCRS, UFCSPA, UFSM, UPF, Unisinos, UFSC e Universidade de Évora (Portugal) (3).

O Rio Grande do Sul vive um momento de transição estratégica no uso da IA, com expansão da adoção em escala comercial e diversificação para áreas culturais e socioambientais. A expectativa para os próximos anos é de que a tecnologia se torne mais descentralizada, personalizada e integrada, promovendo ganhos de produtividade e, ao mesmo tempo, preservando e valorizando a identidade cultural e ambiental do Estado.

1. FERNANDES, C. A. et al. Vista do estado da arte da indústria gaúcha referente ao uso de técnicas de inteligência artificial por meio de um survey. [S. l.: s. n.], 2017.

2. CUNHA, A. et al. From pampa to pixels: generative AI for preserving and representing Rio Grande do Sul’s natural and cultural heritage. [S. l.: s. n.], 2023.

3. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. CIARS – Inteligência Artificial aplicada à Saúde. Porto Alegre, 2024. Disponível em: https://www.ufrgs.br/ciars/#:~:text=CIARS%20%C3%A9%20uma%20rede%20aprovada,Artificial%E2%80%9D%20e%20como%20Tecnologia%20Estrat%C3%A9gica. Acesso em: 11 ago. 2025.

A região é privilegiada em pastagens naturais e conta com quase 19 mil estabelecimentos com matas de preservação permanente. Quanto ao tipo de lavoura, observa-se que do total de estabelecimentos, quase 80% é dedicada ao plantio de lavoura temporária. Em 2017, Canguçu e São Lourenço do Sul eram os municípios que apresentavam o maior número de estabelecimentos rurais administrados pela agricultura familiar, seguidos por Pelotas e Piratini, sendo que a Região Sul apresenta 80% dos estabelecimentos rurais da região administrados pela agricultura familiar.
A maior produção dentre as culturas permanentes é relativa ao pêssego, a qual apresentou acréscimo significativo em produção no intervalo 2014-2021, mesma tendência apresentada pelas culturas de de uva e azeitonas. A laranja, por outro lado, reduziu o volume colhido em 2021, mas praticamente manteve inalterado o valor da produção. De forma geral, as culturas permanentes na região apresentaram encolhimento na área colhida e na quantidade produzida, mas duplicaram, em média, o valor da produção. A soja é a principal cultura temporária na região Sul, representando metade do valor total da produção em 2021, com crescimento de 461% entre 2014 e 2021. O arroz ocupa o segundo lugar. Na pecuária, houve redução geral de rebanhos, exceto na produção de codornas. A produção de mel caiu 21,19% em quantidade, mas teve aumento de 4,24% em valor. Leite e lã também tiveram queda em volume, mas o valor do leite subiu 70%. Na silvicultura, Santa Vitória do Palmar lidera a produção de resina, enquanto Tavares e São José do Norte tiveram aumentos significativos. A região Sul responde por 43% da extração estadual. Em madeira em tora, Piratini lidera, seguido por Rio Grande e outros municípios, representando 13% da produção do RS. Na lenha, Piratini também lidera, enquanto Canguçu e São Lourenço do Sul reduziram a produção. A região contribui com 11% da lenha do estado.

Conteúdo adaptado a partir do Plano Estratégico de Desenvolvimento 2022-2030 do COREDE Sul, páginas 160 a 171: Conselho Regional de Desenvolvimento Sul (Corede Sul). Plano Estratégico de Desenvolvimento 2022–2030. Porto Alegre: Governo do Estado do Rio Grande do Sul, 2023. Disponível em: https://consultapopular.rs.gov.br/upload/arquivos/202310/16171315-ped-2022-2030-corede-sul.pdf.

O conteúdo não inclui informações sobre o município de Camaquã.

A Região Sul possui, na Atenção Básica de Saúde, uma boa rede de serviços de saúde, com equipes profissionais do Programa Estratégia de Saúde da Família, através de suas UBS (Unidade Básica de Saúde). Pelotas é o único município da região que está no regime de Municipalização Plena do SUS. Pelotas e Rio Grande se destacam como referência em diversas especialidades de assistência à saúde, além de Centros de Referências de Especialidades em outros municípios, tais como, em Pinheiro Machado, na área de Oftalmologia e Piratini, na área de Otorrinolaringologia, existem hospitais de pequeno porte localizados em São Lourenço do Sul, Canguçu, Santa Vitória do Palmar, São José do Norte, Jaguarão, Arroio Grande, Herval, Pedro Osório, Morro Redondo, Piratini e Pinheiro Machado, oportunizando uma retaguarda de apoio na Atenção de Média Complexidade.
No eixo da Atenção de Alta Complexidade, a região conta, no âmbito da rede hospitalar, com oito hospitais (Hospital Santa Casa de Misericórdia de Pelotas, Hospital Universitário da Universidade Federal de Pelotas, Hospital Universitário São Francisco de Paula – UCPel, Hospital Beneficência Portuguesa de Pelotas, Hospital Miguel Piltcher, Hospital Espírita de Pelotas, Hospital Clinicamp, Hospital da Unimed) e em construção o novo hospital da UFPel. Em Rio Grande existem três hospitais (Associação de Caridade Santa Casa de Rio Grande, Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. e o Hospital Psiquiátrico Vicença Maria da Fontoura). Ao total, a região Sul conta com 24 hospitais em operação e o número de leitos em 2021 era de 2.214. Os serviços de saúde na Atenção de Alta Complexidade estão centralizados nos hospitais de Pelotas e Rio Grande em razão da infraestrutura hospitalar e de exames complementares, bem como, estão apoiados nas três universidades (UFPel, UCPel e FURG) e nos hospitais filantrópicos. Os municípios de Pelotas e Rio Grande se destacam na atenção à saúde também porque são dois polos de formação de profissionais de saúde. Com destaque para as instituições educacionais, UFPel, UCPel, FURG e a Faculdade Anhanguera na formação de profissionais de nível superior. E quanto a formação de profissionais de nível técnico e médio destacam-se: SENAC, Instituto Educacional Dimensão e Centro Universitário Internacional - Pelotas (UNINTER).
A UFPel é considerada referência nacional e reconhecida pela ONU, especialmente através do seu Centro de Epidemiologia. Quanto ao acesso da população, a Região Sul conta com o atendimento à saúde por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul (IPERGS), da Cooperativa de Trabalho Médico (UNIMED), do Fundo de Saúde do Exército (FUSEX), do Saúde Maior (ligado ao Hospital Beneficiência Portuguesa), entre outras organizações privadas que através de convênios facilitam ao acesso. Além disso, a região Sul conta com o Arranjo Produtivo Local do Complexo Industrial da Saúde que colabora através de suas empresas e instituições parceiras na promoção do setor de saúde.

Conteúdo adaptado a partir do Plano Estratégico de Desenvolvimento 2022-2030 do COREDE Sul, páginas 129 a 132: Conselho Regional de Desenvolvimento Sul (Corede Sul). Plano Estratégico de Desenvolvimento 2022–2030. Porto Alegre: Governo do Estado do Rio Grande do Sul, 2023. Disponível em: https://consultapopular.rs.gov.br/upload/arquivos/202310/16171315-ped-2022-2030-corede-sul.pdf.

O conteúdo não inclui informações sobre o município de Camaquã.

A economia azul é definida como o conjunto de atividades econômicas que dependem direta ou indiretamente dos oceanos, mares e zonas costeiras, integrando setores como a pesca e aquicultura, transporte marítimo e fluvial, portos, turismo costeiro e náutico, biotecnologia marinha, energia renovável offshore, entre outros.

O Rio Grande do Sul possui uma das maiores faixas costeiras do Brasil, com aproximadamente 620 km de litoral, abrangendo a Lagoa dos Patos, o Estuário da Lagoa Mirim, o Parque Nacional da Lagoa do Peixe e uma ampla zona econômica exclusiva (ZEE) com potencial para exploração sustentável de recursos marinhos. O Porto de Rio Grande, em operação desde o século XIX, figura como o terceiro maior porto em movimentação de cargas do país e desempenha papel central na articulação logística da economia azul gaúcha, com capacidade instalada para escoamento de grãos, fertilizantes, derivados de petróleo, além de serviços industriais navais e retroportuários.

A região Sul do RS, particularmente Rio Grande, é apontada como epicentro de um ecossistema de inovação azul emergente, impulsionado pela presença da FURG, instituição pioneira na formação de profissionais voltados à economia do mar, com cursos de Oceanologia, Engenharia Hídrica, Engenharia Costeira e Portuária e programas de pós-graduação relacionados à sustentabilidade marinha. A universidade abriga ainda centros de pesquisa em biotecnologia marinha, biodiversidade, pesca e aquicultura, além do parque tecnológico Oceantec, que estimula o empreendedorismo científico em áreas ligadas à bioeconomia azul.

Destaque ainda à criação do APL Marítimo RS, uma articulação interinstitucional que congrega empresas, academia, governo e sociedade civil para a promoção da economia do mar no estado. A realização de eventos como o Fórum de Desenvolvimento da Economia Azul, em edições recentes sediadas em Rio Grande, demonstra o avanço na governança territorial e na integração de agendas públicas e privadas. Estão em curso ainda projetos relacionados à transição energética e descarbonização da atividade marítima, com destaque para o projeto de conversão da Refinaria Riograndense em uma biorrefinaria e estudos sobre a viabilidade da energia eólica offshore.

Apesar do potencial elevado, o RS ainda precisa superar desafios relacionados à infraestrutura portuária sustentável, à capacitação técnica, ao planejamento espacial marinho, e à integração entre os setores da economia azul, que muitas vezes operam de forma fragmentada.

HADDAD, Eduardo A.; ARAÚJO, Inácio F. Shades of blue: the regional structure of the ocean economy in Brazil. npj Ocean Sustainability, [s.l.], v. 1, art. 15, 2025. Nature Portfolio. DOI: https://doi.org/10.1038/s44183-025-00112-x. Acesso em: 25 jul. 2025.

Inova RS